Nunca fui de falar muito, mas sempre gostei de observar cada detalhe a minha volta. Com a mente inquieta, encontrei na escrita uma forma de me expressar, principalmente em momentos de tristeza ou indignação. Sentimentos esses que plantou em mim o desejo de mudar o mundo. O que me fez, de alguma forma, escolher me tornar jornalista. 

Levar informação, conteúdo, ouvir e contar histórias. Dar voz a quem não tem. Conhecer o mundo. Gerar ganho social. Modificar realidades. Não há nada que me inspire mais do que isso.

Tudo escrito aqui é um pedaço de mim, um pedaço da minha história. É o que eu era, o que sou e que talvez venha a ser, ou mudar.

Encontrei na escrita uma forma de me libertar, de transmitir o que sinto, o que penso e desejo.

"A palavra é o outro corpo que habito."

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